quinta-feira, 2 de junho de 2016

Jongo pela noite Supernatural



Como já é tradição na Supernatural Open Air, teremos FOGUEIRA! E fogueira chama Luau, que chama tambores e tudo isso nos lembra JONGO e nos dá uma vontade danada de dançar. =D

O Jongo, ou Caxambú, é uma manifestação encontrada em São Paulo e no Rio de Janeiro, sendo uma das mais conhecidas práticas sudestinas – há diversos jongos gravados por cantores como Clara Nunes e Martinho da Vila, além de ter um papel importante na formação do samba como gênero musical. Assim como em diversas manifestações populares, no Jongo destaca-se o uso da linguagem metafórica, usada como uma das formas de expressão, e do improviso poético. 

O Jongo compartilha com outros Batuques, como uma de suas características mais marcantes, o respeito e a importância dados aos velhos tambores feitos de tronco de árvore, chamados de ingoma pelos próprios jongueiros – termo emprestado do bantu ngoma. Além dos tambores, utiliza-se outros instrumentos, como a puíta (uma cuíca feita em tronco escavado) e os guaiás pequenos chocalhos em forma de losango.

Atualmente partimos de três referências de Jongo: o Jongo da comunidade do Tamandaré, Guaratinguetá, São Paulo; o Jongo da Serrinha, Rio de Janeiro; e o Jongo da Fazendinha, também Rio de Janeiro. Nestas variantes, os participantes formam uma roda, enquanto um casal solista dança ao centro. Os dançantes são substituídos e assim todos passam pelo centro da roda.

Chega mais, familia!! Dia 11 e 12 é pra cair na dança!

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