Como já é tradição na Supernatural Open Air, teremos FOGUEIRA! E fogueira chama Luau, que chama tambores e tudo isso nos lembra JONGO e nos dá uma vontade danada de dançar. =D
O Jongo, ou Caxambú, é uma manifestação encontrada em São Paulo e no Rio de Janeiro, sendo uma das mais conhecidas práticas sudestinas – há diversos jongos gravados por cantores como Clara Nunes e Martinho da Vila, além de ter um papel importante na formação do samba como gênero musical. Assim como em diversas manifestações populares, no Jongo destaca-se o uso da linguagem metafórica, usada como uma das formas de expressão, e do improviso poético.
O Jongo, ou Caxambú, é uma manifestação encontrada em São Paulo e no Rio de Janeiro, sendo uma das mais conhecidas práticas sudestinas – há diversos jongos gravados por cantores como Clara Nunes e Martinho da Vila, além de ter um papel importante na formação do samba como gênero musical. Assim como em diversas manifestações populares, no Jongo destaca-se o uso da linguagem metafórica, usada como uma das formas de expressão, e do improviso poético.
O
Jongo compartilha com outros Batuques, como uma de suas
características mais marcantes, o respeito e a importância dados
aos velhos tambores feitos de tronco de árvore, chamados de ingoma
pelos
próprios jongueiros – termo emprestado do bantu
ngoma. Além
dos tambores, utiliza-se outros instrumentos, como a puíta
(uma cuíca feita em tronco escavado) e os guaiás
pequenos chocalhos em forma de losango.
Atualmente
partimos de três referências de Jongo: o Jongo da comunidade do
Tamandaré, Guaratinguetá, São Paulo; o Jongo da Serrinha, Rio de
Janeiro; e o Jongo da Fazendinha, também Rio de Janeiro. Nestas
variantes, os participantes formam uma roda, enquanto um casal
solista dança ao centro. Os dançantes são substituídos e assim
todos passam pelo centro da roda.
Chega mais, familia!! Dia 11 e 12 é pra cair na dança!
Chega mais, familia!! Dia 11 e 12 é pra cair na dança!


Nenhum comentário:
Postar um comentário